"Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria."

(2 Coríntios 9:7)

Alguém disse que o dízimo não é o máximo, mas o mínimo que devemos dar a Deus. Foi isto que o rei Davi percebeu durante o levantamento de ofertas para a construção do templo de Jerusalém, e em sua oração, escreveu: "...o meu povo e eu não podemos, de fato, te dar nada, pois tudo vem de ti, e nós somente devolvemos o que já era teu." (1Crônicas 29:14).

 

Por isso, contribuir para a obra de Deus é reconhecer que tudo o que existe neste mundo tem um Dono, e que nós somos apenas administradores do que foi confiado às nossas mãos. Nesse sentido, devemos ser sábios e prudentes ao lidar com os bens que recebemos, a exemplo de José, que por causa de sua boa administração e temor a Deus, ficou responsável por todos os bens de seu patrão (Gênesis 39.6).

 

O exemplo de José é apenas uma das muitas referências bíblicas que afirmam que Deus tem prazer em fazer prosperar àqueles que são fiéis administradores e generosos (Leia-se: Provérbios 3.9-10 e 28.27; Mateus 25.21; Lucas 6.38; Malaquias 3.10-12).

 

Todavia, o profeta Malaquias diz que quando o povo se apropria do que deveria devolver a Deus, está agindo como um ladrão, trazendo sobre si mesmo a maldição (Malaquias 3.8-9). Basta que observemos o que acontece aos corruptos, que usurpam do que não é deles (Jeremias 17.11). Não há diferença entre eles e os "crentes" que usam de desculpas para não dedicar a Deus seus dízimos e ofertas, pois a falta de generosidade é, por si só, negar a fé, pois cremos num Deus eternamente generoso, de quem vem tudo o que temos e todo o nosso sustento.

Portanto, quando o apóstolo Paulo afirma que "Deus ama ao que dá com alegria", significa que Deus se alegra com aquele que O ama mais do que os bens deste mundo. Pois, dar a Deus (ou, à obra de Deus) é demonstração de confiança no próprio Deus, que tudo provê (Gênesis 22.14). E quando confiamos em Deus, não há falta, nem tristeza. Conforme disse Jesus:  "Há maior felicidade em dar do que em receber” (Atos 20.35).

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